Curtindo as fotos da galera em Serrinha em 2012, pela quantidade de gente, percebo que a Vaquejada virou uma “grande festa de camisa colorida”, uma reprodução no interior da “Salvador Fest” que nego faz até “beicinho” aqui em Salvador, dizendo que “não tem gente bonita” (ODEIO ESSE JARGÃO)!.
Em 1998 estive no último ano do Parque Fernando Carneiro e assisti ao show do Raio da Silibrina, mesmo ano em que foi inaugurado o majestoso Parque Maria do Carmo, onde assisti, entre outros, o velho Mastruz com Leite...
Hoje em dia, Frajola e Parque “rivalizam”, são duas festas paralelas! A Vaquejada virou “micareta”, com “abadá” e tudo e o Frajola perdeu o "glamour" de outrora, saindo da área do sítio para um descampado empoeirado! Com a invasão dos “bate-voltas” de Salvador, acabaram-se as excursões com aluguéis das casas e quase ninguém mais “curte” a cidade de Serrinha! Coisa boa era passear na Morena Bela, paquerar, tomar uma gelada antes da festa no parque, dançar ao som das barracas...
Quanta nostalgia! Acho que estou ficando velho mesmo, pois, sinto saudade do Frajola no sítio de dia e da festa no Parque à noite, quando a gente se vestia “a caráter” para curtir Reginaldo Rossi, Flávio José, Magníficos... E o "inferninho" no Parque? Forró pé-de-serra até o dia amanhecer! Tempo bom! Muito bom, aliás... rs
Dan - danival.dias@gmail.com
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segunda-feira, 10 de setembro de 2012
quinta-feira, 6 de setembro de 2012
Camaçari dos jardins de uva e pera
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| Posto de saúde do Ponto Certo, 05/07/12, 8:00 am. |
Eu não brigo com ninguém por causa de ponto de vista, mas tenho o meu! Há os que acham que estamos bem, mas eu me permito fazer uma análise mais apurada e sem o empenho de emoções partidárias, quando o assunto são os rumos da minha amada cidade. Nem precisamos ser “experts” em administração pública, para fazermos uma pequena comparação, a qual eu repito sempre, a título de ilustração, para demonstrar que as coisas poderiam estar bem melhores na milionária Camaçari.
Feira de Santana, segunda maior cidade do Estado da Bahia, possui 600.000 (seiscentos mil habitantes). Feira hoje é uma metrópole, inclusive a principal cidade da recém criada RMFS (Região Metropolitana de Feira de Santana), dada à sua pujança econômica e sua importância como vetor de crescimento daquela região. Quem conhece Feira, sabe que lá temos a melhor universidade estadual do N/NE, além de um comércio forte, infraestrutura de serviços, transporte público regular, etc... Tudo isso para uma arrecadação mensal, segundo dados públicos da SEFAZ, órgãos de controle externo e balanço da própria prefeitura, de algo em torno de R$20.000.000,00 (vinte milhões de Reais).
Camaçari, a nossa Camaçari, possui em torno de 200.000 (duzentos mil) habitantes e nem de longe possui a infraestrutura de serviços privados ou públicos de Feira de Santana! O transporte público aqui é deficitário, anômalo e administrado de maneira acéfala, a cargo daquelas cooperativas... Se meus irmãos camaçarienses moradores do Jordão, Tiririca, Catu de Abrantes, Biribeira ou até ali de Parafuso ou Verde Horizonte, quiserem participar de uma atividade na “cantada em verso e prosa” Cidade do Saber, SEM CARRO, FICARÃO EXCLUÍDOS! Experimentem ir às escolas municipais e constatem de perto que em algumas, pasmem, falta até papel higiênico!
Em Camaçari, se sairmos pela manhã bem cedo pelas portas dos postos de saúde, as filas são gigantescas! O fato é que Camaçari nem de longe é uma metrópole, já que para muita coisa, somos dependentes de outras cidades (como Salvador, por exemplo). Aqui, a arrecadação, igualmente segundo dados públicos da SEFAZ, órgãos de controle externo e balanço da própria prefeitura, gira em de algo em torno de R$60.000.000,00 (sessenta milhões de Reais) por mês, o que dá aproximadamente 720.000.000 (setecentos e vinte milhões de Reais) por ano!
Num comparativo bem básico, dá para ver que Feira, a metrópole, possui três vezes mais pessoas do que Camaçari, só que em Camaçari, a arrecadação mensal é três vezes maior que a de Feira.
Fechem os olhos e façam um comparativo entre Feira de Santana x Camaçari! E aí? Eu que sou apenas um cidadão comum, do povo e que tive acrescido ao meu custo de vida R$ 140,00 (cento e quarenta Reais) a mais por mês de pedágio, além do que já pago de IPVA, combustível, manutenção, seguro, etc., fico sempre pensando que em Camaçari está faltando algo. Eu não consigo ver esse “mar de rosas” que os mais apaixonados pelo governo insistem em exaltar...
Costumo brincar dizendo que em Camaçari, dos jardins daria para brotar uva e pera e que das fontes luminosas caras instaladas nas praças, daria para jorrar Coca-Cola ou água de coco!
Como muitos por aqui sabem, não sou ligado a grupo político nenhum, tenho grandes amizades no governo e fora do governo e minhas manifestações são somente a de um cidadão exigente, que paga caro para viver numa cidade milionária, onde ainda temos lugares abandonados, empoeirados, sem escola e sem ruas calçadas como o Jordão, como a Biribeira, ruas sujas como as da Nova Vitória e sem calçamento como as do Parque Verde. Lembrando que são, repito, a pequena grande fortuna de R$60.000.000,00 (sessenta milhões de Reais) por mês!
Eu sei que Feira não é a “cidade dos sonhos” quando o assunto é administração de recursos, mas o comparativo é só para termos ideia de como uma cidade grande, uma metrópole é gerida com menos recursos, ao passo que em Camaçari, mais rica e com menos pessoas, ainda temos sim muita coisa a desejar e isso é fato, que me desculpem os mais apaixonados pelos políticos que estão no poder hoje (e que certamente mudarão de lado quando os mandatários forem outros, do mesmo grupo ou não)! Com o que se arrecada em Camaçari, em tese, daria para ter três Feiras de Santana em oferta de serviços públicos!
A gente precisa parar de exaltar esses governantes e passar a fiscalizá-los. Isso é o exercício do controle social, uma obrigação do cidadão, afinal, os recursos são nossos!
Um abraço meu povo querido!
Danival Dias, cidadão camaçariense apaixonado por sua cidade!
segunda-feira, 20 de agosto de 2012
Discurso de formatura em Letras
Primeiramente, agradeço a Deus, com a certeza absoluta de que ele aqui se faz presente, abençoando esta cerimônia e acima de tudo nossas vidas! Gostaria de cumprimentar as minhas colegas formandas e antes de tudo, agradecer também a confiança e o carinho que tiveram comigo, na escolha de quem as representaria neste momento. Deixo claro, que minha fala não as substitui e que me sinto muito honrado em ser o porta-voz, perante os amigos e mestres, de pessoas como cada uma de vocês!
Cumprimento o professor Jan Edson Rodrigues Leite, representante da Reitoria da Universidade Federal da Paraíba, em nome do qual, saúdo todos os membros da mesa, bem como nossos queridos homenageados e integrantes da Universidade Aberta do Brasil em Camaçari. Nossos pais, amigos, familiares e demais presentes, boa tarde!
Lembro exatamente do dia em que tomei conhecimento, por meio da imprensa local, da oferta de vagas para o curso de Licenciatura em Letras da UFPB em Camaçari. Aluno também de um curso de Direito, imaginei de maneira equivocada, como muitos ainda pensam até hoje, que um curso baseado no mecanismo de Educação a Distância, seria relativamente fácil de concluir, sem ter a mínima ideia da pedreira que seria a partir do dia em que vi o meu nome entre os aprovados no processo seletivo vestibular da instituição. A primeira vez que vi os exercícios de latim, se não fosse pela paciência e dedicação da Professora Paloma, teria desistido já nas primeiras atividades!
Aos que já passaram por aqui, sabem exatamente do que falo, quando digo que NÃO É FÁCIL substituir o ambiente ao qual estamos acostumados, pelo computador, pelo digital. Aos que ainda pretendem vir ou não conhecem, convido-os a esse fascinante mundo da Educação a Distância, uma das responsáveis pela democratização do ensino superior de qualidade, principalmente nos cursos oferecidos pelas instituições públicas integrantes do programa Universidade Aberta do Brasil. Se não fosse a EAD por meio da UAB, como nós, distantes quase mil quilômetros da sede da UFPB, teríamos a honra de hoje, nos tornarmos portadores do valioso Diploma desta respeitada instituição Federal?
Egressos do sistema EAD, principalmente os da nossa instituição, têm mostrado a passos largos a excelência do ensino, cujos reflexos, entre outros, são a qualidade dos profissionais postos a disposição da sociedade, sendo estes, detentores de excelentes notas nos exames nacionais que avaliam a qualidade cursos, além das inúmeras aprovações em concursos públicos e seleções de mestrado dentro e até fora do Brasil.
Sou um completo entusiasta da Educação a Distância, algo que especificamente para cursos superiores, no Brasil ainda é relativamente novo e visto por setores da sociedade e órgãos de classe com desconfiança, mas que mundo afora, há muitos anos vem formando grandes líderes, tendo como exemplo mais famoso o ex-presidente sul-africano Nelson Mandela, responsável pelo fim do regime separatista do apartheid e Prêmio Nobel da Paz que estudou direito por correspondência na Universidade de Londres, enquanto estava na cadeia, isso em meados dos anos 60! Aqui no Brasil, a ex-Ministra Marina Silva e o ex-Presidente Juscelino Kubitschek, foram alunos secundaristas de programas de EAD, que os habilitaram mais tarde a cursarem, respectivamente, história e medicina!
Ana, Antônia, Cleidijane, Jucicleide, Maria das Graças, Rose Mary e Roseane, o exercício de nossa profissão, habilitados pela UFPB via Educação a Distância, fará com que em nossa lida, seja qual for o caminho seguido por cada um de nós, estejamos aptos, nas devidas proporções (ou até nas mesmas proporções, quem sabe) à realização de grandes feitos como foram os de Mandela, Marina e Juscelino! Eu não tenho dúvidas do SUCESSO de cada um de nós, desejo compartilhado, com toda certeza, por cada um dos que estão conosco comemorando a nossa vitória!
Por fim, encerro contando aos presentes que minha relação com a UFPB começou bem antes de um dia eu imaginar ser aluno da instituição, o que só viria ocorrer em 2008. No ano de 2003, então estudante do curso de Ciências Contábeis, estive em um congresso na charmosa cidade de João Pessoa, capital da Paraíba e junto com os demais colegas, ficamos alojados justamente nas dependências da UFPB. Chamou-me bastante a atenção, ao circular por seus corredores, as fotos dos hoje colegas de instituição, fixadas nas paredes após as suas formaturas. Turmas de 79, 80, 89, 2002...
Gostei muito daquilo, era como se aqueles quadros na parede, integrassem a própria estrutura física da instituição e hoje, com muito orgulho, quebrando o protocolo, trago aqui comigo o nosso próprio quadro de formandos, solicitando ao professor Jan Edson, Representante do Magnífico Reitor, que se possível, este seja também fixado em uma das paredes da agora também NOSSA Universidade Federal da Paraíba!
Muito obrigado a todos.
Aos meus colegas, SUCESSO!
Camaçari, 18/08/2012
Danival Pereira Dias
Licenciado em Letras pela UFPB – 2012.1, Orador da turma.
Matéria da PMC: http://www.camacari.ba.gov.br/detalhe_noticia.php?cod_noticia=12124
Cumprimento o professor Jan Edson Rodrigues Leite, representante da Reitoria da Universidade Federal da Paraíba, em nome do qual, saúdo todos os membros da mesa, bem como nossos queridos homenageados e integrantes da Universidade Aberta do Brasil em Camaçari. Nossos pais, amigos, familiares e demais presentes, boa tarde!
Lembro exatamente do dia em que tomei conhecimento, por meio da imprensa local, da oferta de vagas para o curso de Licenciatura em Letras da UFPB em Camaçari. Aluno também de um curso de Direito, imaginei de maneira equivocada, como muitos ainda pensam até hoje, que um curso baseado no mecanismo de Educação a Distância, seria relativamente fácil de concluir, sem ter a mínima ideia da pedreira que seria a partir do dia em que vi o meu nome entre os aprovados no processo seletivo vestibular da instituição. A primeira vez que vi os exercícios de latim, se não fosse pela paciência e dedicação da Professora Paloma, teria desistido já nas primeiras atividades!
Aos que já passaram por aqui, sabem exatamente do que falo, quando digo que NÃO É FÁCIL substituir o ambiente ao qual estamos acostumados, pelo computador, pelo digital. Aos que ainda pretendem vir ou não conhecem, convido-os a esse fascinante mundo da Educação a Distância, uma das responsáveis pela democratização do ensino superior de qualidade, principalmente nos cursos oferecidos pelas instituições públicas integrantes do programa Universidade Aberta do Brasil. Se não fosse a EAD por meio da UAB, como nós, distantes quase mil quilômetros da sede da UFPB, teríamos a honra de hoje, nos tornarmos portadores do valioso Diploma desta respeitada instituição Federal?
Egressos do sistema EAD, principalmente os da nossa instituição, têm mostrado a passos largos a excelência do ensino, cujos reflexos, entre outros, são a qualidade dos profissionais postos a disposição da sociedade, sendo estes, detentores de excelentes notas nos exames nacionais que avaliam a qualidade cursos, além das inúmeras aprovações em concursos públicos e seleções de mestrado dentro e até fora do Brasil.
Sou um completo entusiasta da Educação a Distância, algo que especificamente para cursos superiores, no Brasil ainda é relativamente novo e visto por setores da sociedade e órgãos de classe com desconfiança, mas que mundo afora, há muitos anos vem formando grandes líderes, tendo como exemplo mais famoso o ex-presidente sul-africano Nelson Mandela, responsável pelo fim do regime separatista do apartheid e Prêmio Nobel da Paz que estudou direito por correspondência na Universidade de Londres, enquanto estava na cadeia, isso em meados dos anos 60! Aqui no Brasil, a ex-Ministra Marina Silva e o ex-Presidente Juscelino Kubitschek, foram alunos secundaristas de programas de EAD, que os habilitaram mais tarde a cursarem, respectivamente, história e medicina!
Ana, Antônia, Cleidijane, Jucicleide, Maria das Graças, Rose Mary e Roseane, o exercício de nossa profissão, habilitados pela UFPB via Educação a Distância, fará com que em nossa lida, seja qual for o caminho seguido por cada um de nós, estejamos aptos, nas devidas proporções (ou até nas mesmas proporções, quem sabe) à realização de grandes feitos como foram os de Mandela, Marina e Juscelino! Eu não tenho dúvidas do SUCESSO de cada um de nós, desejo compartilhado, com toda certeza, por cada um dos que estão conosco comemorando a nossa vitória!
Por fim, encerro contando aos presentes que minha relação com a UFPB começou bem antes de um dia eu imaginar ser aluno da instituição, o que só viria ocorrer em 2008. No ano de 2003, então estudante do curso de Ciências Contábeis, estive em um congresso na charmosa cidade de João Pessoa, capital da Paraíba e junto com os demais colegas, ficamos alojados justamente nas dependências da UFPB. Chamou-me bastante a atenção, ao circular por seus corredores, as fotos dos hoje colegas de instituição, fixadas nas paredes após as suas formaturas. Turmas de 79, 80, 89, 2002...
Gostei muito daquilo, era como se aqueles quadros na parede, integrassem a própria estrutura física da instituição e hoje, com muito orgulho, quebrando o protocolo, trago aqui comigo o nosso próprio quadro de formandos, solicitando ao professor Jan Edson, Representante do Magnífico Reitor, que se possível, este seja também fixado em uma das paredes da agora também NOSSA Universidade Federal da Paraíba!
Muito obrigado a todos.
Aos meus colegas, SUCESSO!
Camaçari, 18/08/2012
Danival Pereira Dias
Licenciado em Letras pela UFPB – 2012.1, Orador da turma.
Matéria da PMC: http://www.camacari.ba.gov.br/detalhe_noticia.php?cod_noticia=12124
segunda-feira, 4 de junho de 2012
Existe “bairro nobre” em Camaçari?
Interessante é que o Inocoop, mesmo se tratando de um conjunto habitacional popular, possuiu esse status de "nobre" sem nunca ter sido realmente, talvez por porque foi um dos primeiros com "prédios" a serem construídos na cidade. De verdade o “Inocoop é uma "COHAB", Conjunto Habitacional. O nome INOCOOP quer dizer, 'Instituto de Orientação ás Cooperativas Habitacionais'. Como o nome diz, é uma instutuição ou organização com o fim de promover a habitação de uma determinada região.” (Fonte: http://migre.me/9meDD) .
Mas atribuir “nobreza” aos lugares em Camaçari é muito comum e por aqui temos esse hábito até hoje, vide o caso do dos conjuntos habitacionais do PAR (Programa de Arrendamento Residencial) como o Verde Ville, além dos imóveis financiados pelo “Minha Casa, Minha vida” da construtora Tenda, ou até o isolado “Bairro Novo”, lá perto da LIMPEC, empreendimento que em todo lugar onde foi construído pelo Brasil afora, recebeu a alcunha de "POPULAR" (vide o caso do de Salvador, que fica na Cia x Aeroporto, divisa com Itinga e Areia Branca), mas que em Camaçari tem status de "nobre" para alguns, que se referem àquela “lonjura”, onde não se tem NADA, nem transporte, como se fosse algo "do outro mundo" (E eu até acho que é, já que fica perto de nada com coisa nenhuma)! Qual é mesmo a nobreza desses lugares?
A realidade é que o verdadeiro "bairro nobre" de Camaçari foi Villas do Atlântico, em Lauro de Freitas, já que quem veio trabalhar no Polo e tinha grana de verdade foi para lá, fato que aconteceu novamente com a vinda da Ford, ficando aqui no Inocoop esse "cemitério de prédios" medonhos (Quem com mais de 25 anos não se recorda da época dos prédios inteiros abandonados e das invasões?), com suas ruas esburacadas, apertadas e hoje perigosas, tomadas pela violência e pelo TRÁFICO DE DROGAS. Um bairro que como meu amigo bem disse, foi lotado de políticos, mas que JAMAIS tomaram partido do lugar em que eles mesmos "viviam"!
O caos no Inocoop, bairro que não tem nem uma praça ou área de lazer para seus moradores, que tem um trânsito desgraçado quando inventam de parar dois lados da via principal e que os botecos infernizam a vida do povo com o barulho e todo tipo de transtorno, reflete bem o descaso em toda Camaçari, praticado por TODOS os governos dos últimos 30 anos...
Inocoop, Verde Horizonte, Cristo Redentor, Nova Vitória, Ponto Certo, Gravatá, Rabo da Gata, Gleba A, B, C, PHOC's... Hoje em dia é tudo a mesma coisa! E respondendo a pergunta que eu mesmo fiz, sim, existe bairro "NOBRE" em Camaçari, porém, eles ficam na Orla: Interlagos, Paraíso dos Lagos, Genipabu, Busca Vida... Inocoop e nenhum dos outros citados aqui na sede da cidade, não chegam nem perto dos verdadeiros "bairros nobres" de Camaçari, onde residem Deputados, Governadores, Empresários, etc...
Por aqui não temos bairro NOBRE, temos, bairro POBRE e tenho dito!
Danival Dias
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quinta-feira, 22 de dezembro de 2011
Boas Festas parcelado
Imagem: http://migre.me/7fywB
É impressionante como no final do ano ficamos mais sensíveis! Luzes de Natal, musiquinhas temáticas, presentes, confraternizações com os amigos, beijos, abraços e desejos de um ano novo repleto de felicidades...
Chega dia 1º de janeiro e ainda sob a ressaca do vinho da noite anterior, a maioria de nós já esquece de toda a bondade plena de horas antes e volta a se comportar da mesma forma que fará pelos onze meses seguintes do ano, sem carinho, sem abraço, sem bem querer, até chegar o próximo mês de dezembro com o Natal e as festas de fim de ano, começando tudo novamente, luzes, musiquinha, presentes...
Tenho uma sugestão, este ano, ao invés de desejar somente um feliz Natal e um próspero ano novo, meus votos são de que peguemos todo o excesso de bondade que aflora em nossos corações "somente" em dezembro e assim como fazemos em nossas compras, dividamos em "12 PARCELAS IGUAIS" (e neste caso, de preferência com juros), assim, teremos um pouquinho do espírito de festa, paz, felicidade e desejo de dias melhores ao próximo em cada mês do ano que se aproxima!
Feliz 2012(*), com saúde, sorriso, paz, abraço e muita esperança por momentos felizes... Lembrem-se, não estaremos aqui para sempre!
Danival Dias
http://migre.me/7fylG (FACEBOOK)
danivaldias@hotmail.com (MSN)
danival.dias@gmail.com (E-MAIL)
www.flickr.com/danivaldias (ÁLBUM VITUAL)
(*) Texto originalmente publicado no Camaçari Notícias em 2008, desejando um feliz 2009.
É impressionante como no final do ano ficamos mais sensíveis! Luzes de Natal, musiquinhas temáticas, presentes, confraternizações com os amigos, beijos, abraços e desejos de um ano novo repleto de felicidades...Chega dia 1º de janeiro e ainda sob a ressaca do vinho da noite anterior, a maioria de nós já esquece de toda a bondade plena de horas antes e volta a se comportar da mesma forma que fará pelos onze meses seguintes do ano, sem carinho, sem abraço, sem bem querer, até chegar o próximo mês de dezembro com o Natal e as festas de fim de ano, começando tudo novamente, luzes, musiquinha, presentes...
Tenho uma sugestão, este ano, ao invés de desejar somente um feliz Natal e um próspero ano novo, meus votos são de que peguemos todo o excesso de bondade que aflora em nossos corações "somente" em dezembro e assim como fazemos em nossas compras, dividamos em "12 PARCELAS IGUAIS" (e neste caso, de preferência com juros), assim, teremos um pouquinho do espírito de festa, paz, felicidade e desejo de dias melhores ao próximo em cada mês do ano que se aproxima!
Feliz 2012(*), com saúde, sorriso, paz, abraço e muita esperança por momentos felizes... Lembrem-se, não estaremos aqui para sempre!
Danival Dias
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(*) Texto originalmente publicado no Camaçari Notícias em 2008, desejando um feliz 2009.
sábado, 16 de julho de 2011
Eu ainda acredito perdidamente no amor...
Imagem:http://acessa.me/f9jp
Virou epidemia a fala de algumas de mulheres trazendo falsa a idéia de que a “responsabilidade” por uma relação bacana, sadia, com amor, carinho, respeito, atenção, companheirismo e etc., seja somente dos homens... Os insucessos e frustrações também nos são atribuídos, já que segundo algumas delas, somos nós que “não prestamos” ou que “somos todos iguais”!
Discordo da idéia de que o problema é de gênero, pois, com absoluto conhecimento de causa, posso afirmar que nós, os homens, também passamos por "poucas e boas" quando o assunto é relacionamento amoroso!
O que nós mesmos andamos fazendo para mudar a realidade de supostas dificuldades? Quais são os requisitos/valores que atribuimos para darmos uma oportunidade a alguém? Eu só quero o “sarado(a)”, o “gatinho(a)”, o “rico(a)”? Eu sou o “sarado(a)”, o “gatinho(a)”, o “rico(a)” para só querer alguém assim? Isso é realmente importante? Existe mesmo “receita de bolo” para que relações sejam perfeitas? SERÁ QUE O PROBLEMA NÃO ESTÁ EM NÓS E EM NOSSAS ESCOLHAS?
Eu, ao invés de traçar “perfis imaginários de pessoas perfeitas”, que só figuram minhas fantasias, prefiro buscar as oportunidades e dar oportunidades, vivendo um dia de cada vez, o que parece clichê, mas funciona!
Diferentemente da prática de muitos, mesmo já tendo passado maus bocados, nunca abracei as generalizações do tipo “toda mulher é assim ou assada” como verdade absoluta. Prefiro acreditar que cada pessoa tem o seu jeito de ser e é única! O resultado disso é maravilhoso, pois, quando se menos espera, alguém especial aparece em sua vida lhe dizendo algo como as belíssimas palavras de Caio Fernando de Abreu: “Calma, eu estou com você”!
Eu ainda acredito perdidamente no amor...
Danival Dias
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Virou epidemia a fala de algumas de mulheres trazendo falsa a idéia de que a “responsabilidade” por uma relação bacana, sadia, com amor, carinho, respeito, atenção, companheirismo e etc., seja somente dos homens... Os insucessos e frustrações também nos são atribuídos, já que segundo algumas delas, somos nós que “não prestamos” ou que “somos todos iguais”!Discordo da idéia de que o problema é de gênero, pois, com absoluto conhecimento de causa, posso afirmar que nós, os homens, também passamos por "poucas e boas" quando o assunto é relacionamento amoroso!
O que nós mesmos andamos fazendo para mudar a realidade de supostas dificuldades? Quais são os requisitos/valores que atribuimos para darmos uma oportunidade a alguém? Eu só quero o “sarado(a)”, o “gatinho(a)”, o “rico(a)”? Eu sou o “sarado(a)”, o “gatinho(a)”, o “rico(a)” para só querer alguém assim? Isso é realmente importante? Existe mesmo “receita de bolo” para que relações sejam perfeitas? SERÁ QUE O PROBLEMA NÃO ESTÁ EM NÓS E EM NOSSAS ESCOLHAS?
Eu, ao invés de traçar “perfis imaginários de pessoas perfeitas”, que só figuram minhas fantasias, prefiro buscar as oportunidades e dar oportunidades, vivendo um dia de cada vez, o que parece clichê, mas funciona!
Diferentemente da prática de muitos, mesmo já tendo passado maus bocados, nunca abracei as generalizações do tipo “toda mulher é assim ou assada” como verdade absoluta. Prefiro acreditar que cada pessoa tem o seu jeito de ser e é única! O resultado disso é maravilhoso, pois, quando se menos espera, alguém especial aparece em sua vida lhe dizendo algo como as belíssimas palavras de Caio Fernando de Abreu: “Calma, eu estou com você”!
Eu ainda acredito perdidamente no amor...
Danival Dias
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quarta-feira, 18 de maio de 2011
2012 já começou!
Imagem: http://acessa.me/d4a3
Mal acabou a chatice da campanha eleitoral para Presidente, Governador, Senador e Deputado, já começaram as especulações à sucessão municipal... Em Camaçari isso é sempre motivo de polvorosa, ainda mais quando nem oposição nem situação têm nomes de consenso para concorrer às vagas.
Quem não quer ser prefeito de Camaçari? Quem não quer administrar umas das cidades mais ricas do Brasil? E a Câmara? Quem não quer viver a “mamata” de ser vereador e “trabalhar” apenas duas vezes por semana? Se o camarada se tornar presidente da casa, vai administrar um orçamento maior do que a de muitos municípios do país!
Costumo dizer que nos jardins de Camaçari, ao invés de plantas e flores, poderiam brotar uvas e peras; das fontes luminosas, ao invés de água, poderia jorrar Coca-Cola, tanto que é o dinheiro público nos cofres dessa cidade, motivo de cobiça dos eternos candidatos e dos que estão doidos para por a mão nesse “bolo”!
Desde o retorno da democracia, todos os governos de Camaçari estiveram praticamente sob o comando do mesmo grupo: primeiro um, depois outro e hoje a mistura de tudo que já teve antes! Já começaram as especulações e no rol dos que pleiteiam vagas tanto para prefeito quanto para vereador, figuram, além de algumas “múmias”, nomes, cujos sobrenomes estão ligados aos que estão ou já estiveram “mamando” nas tetas governamentais! Tomemos muito cuidado, a política local precisa de renovação e de camaçarienses (natos ou de coração) que tenham amor e compromisso por essa cidade e seu povo...
Danival Dias
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Quem não quer ser prefeito de Camaçari? Quem não quer administrar umas das cidades mais ricas do Brasil? E a Câmara? Quem não quer viver a “mamata” de ser vereador e “trabalhar” apenas duas vezes por semana? Se o camarada se tornar presidente da casa, vai administrar um orçamento maior do que a de muitos municípios do país!
Costumo dizer que nos jardins de Camaçari, ao invés de plantas e flores, poderiam brotar uvas e peras; das fontes luminosas, ao invés de água, poderia jorrar Coca-Cola, tanto que é o dinheiro público nos cofres dessa cidade, motivo de cobiça dos eternos candidatos e dos que estão doidos para por a mão nesse “bolo”!
Desde o retorno da democracia, todos os governos de Camaçari estiveram praticamente sob o comando do mesmo grupo: primeiro um, depois outro e hoje a mistura de tudo que já teve antes! Já começaram as especulações e no rol dos que pleiteiam vagas tanto para prefeito quanto para vereador, figuram, além de algumas “múmias”, nomes, cujos sobrenomes estão ligados aos que estão ou já estiveram “mamando” nas tetas governamentais! Tomemos muito cuidado, a política local precisa de renovação e de camaçarienses (natos ou de coração) que tenham amor e compromisso por essa cidade e seu povo...
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terça-feira, 22 de junho de 2010
Camarote pago no Camaforró

Pelo segundo ano consecutivo teremos no Camaforró o camarote pago. Ano passado eu fui e gostei muito da experiência, apesar de às vezes confundir o camarote pago com o camarote institucional do governo, já que um era do lado do outro e para ter acesso a um, entrava-se pelo mesmo caminho do outro. Não que eu tenha nada contra gente de governo, mas é que já que o camarote é pago, que se separe o das “autoridades” (onde para falar a verdade fica meia dúzia de verdadeiras autoridades e centenas de bajuladores) do que a gente para ter acesso teve que pagar antecipadamente e em espécie!
Na verdade os tais camarotes institucionais também são pagos por nós, mas em Camaçari sempre os considerei motivo de piada, já que a turma da bajulação faz questão de ficar com a “cara na tela” para ser vista pelo povão e/ou para sair nas fotos dos sites de noticias da cidade, posando de “celebridade”! Também nunca entendi quais eram os critérios para um cidadão ter acesso e outro não a esses camarotes, que por sinal, já que eles são construídos com recursos do povão, todo mundo em tese também deveria poder entrar. Sabendo que isso é humanamente impossível, que ficassem por lá comendo e bebendo a nossas custas, somente as verdadeiras autoridades do município e não os bajuladores, sobrinhos, primos, genros, compadres, etc.!
O problema é que me disseram uma vez que em Camaçari todo mundo é “dotô”, e parece ser mesmo, pois eu fui até testemunha ano passado (quando paguei do meu bolso para entrar no camarote, ressalte-se) de nego gritando com segurança na portaria “SABE DE QUEM SOU FILHO?” ou o absurdo “MEU NOME É FULANA DE TAL!”, creiam!
Comercializar o espaço, para que o cidadão comum, como eu e você tenhamos acesso ao conforto de curtir uma festa tão grandiosa como o Camaforró é uma iniciativa maravilhosa, já que chegar ao “Olimpo”, digo, camarote das “autoridades” não é para qualquer um! Tomara que para os próximos anos esse tipo de serviço seja expandido e melhorado, assim como já ocorrem com as barracas, dando oportunidade inclusive para que segmentos especializados em entretenimento explorem esse filão, oferecendo serviços bacanas, bem ao modo dos grandes eventos do porte do Camaforró por todo o Brasil e como já estava começando a acontecer inclusive em Camaçari, nos tempos áureos do nosso saudoso Camafolia, antes de sua descontinuidade...
Danival Dias
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Segurança Pública x Entretenimento x Mobilização

Não há como não se manifestar sobre algo tão chocante à sociedade como foi o bárbaro assassinato do delegado de Camaçari, Dr. Clayton Leão (http://migre.me/Rnn5). E qual a relação entre um site de entretenimento com segurança pública? Toda! Quero chamar a atenção aqui para o nosso poder da mobilização popular. O que aconteceria se um dia o governo acabasse com o carnaval? Em âmbito local, qual seria a reação ao cancelamento, por exemplo, das festividades juninas em Camaçari?
Em hipóteses como essas, certamente a sociedade civil organizada, instituições, poderes, políticos, todos se manifestariam contra essa “afronta”... Mas para cobrarmos do Estado o que é sua OBRIGAÇÃO prover, como EDUCAÇÃO, SAÚDE, MORADIA e SEGURANÇA, qual a grande mobilização em torno disso?
Tragédias como a ocorrida com delegado causam comoção, dor, revolta, mas com uma semana, nos esquecemos de tudo e nossa preocupação deixa de ser a violência – e os mecanismos para combate-la – e volta a ser as festas, as farras, as benesses providas pelo “meu político” para minha satisfação imediata e pessoal...
Estamos vivendo tamanho caos que “morre um Clayton Leão” por minuto nesse Estado! Lembre-se disso na hora de escolher os seus representantes nos governos e não se iluda com falácias e “esmolas”; é a nossa vida que está em jogo e (LITERALMENTE) corre perigo!
A Polícia Civil da Bahia perde um de seus melhores homens e a tensão vai também para nós, cidadãos comuns, pois se até autoridades estão expostas a violência desenfreada e maquiada pelos governos, como fica nossa situação?
Danival Dias
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domingo, 16 de maio de 2010
Bares, restaurantes, casas de show de Camaçari: acessibilidade zero

Existem situações que simplesmente não nos chamam a atenção se não a vivenciarmos. Eis que recentemente batendo papo com meu amigo cadeirante, Alysson Cairo e ouço dele uma queixa para qual eu jamais havia sequer me dado conta, que é a de que falta acessibilidade nos espaços de evento de Camaçari!
Não estou falando aqui somente da construção de uma “rampinha” na entrada, apesar dela também estar ausente na maioria absoluta dos espaços, mas de uma completa reestruturação em bares, casas de eventos e restaurantes, com reformas em seus banheiros, por exemplo, para poderem receber uma parcela da população que só é lembrada em situações de necessidade, infelizmente.
Esquecemo-nos de que cadeirantes e pessoas com qualquer tipo de deficiência física, também gosta de música, de festa, de sair, de dançar, de “tomar uma gelada” com os amigos... Faça agora mesmo uma pesquisa mental e responda para si, quantos espaços públicos de lazer em Camaçari estão adaptados a essa parcela de sociedade?
Ouvi de um proprietário que “a quantidade de pessoas nessas condições que freqüentam bares, casas de eventos e restaurantes é pequena”, mas será que isso não ocorre justamente pela falta de acessibilidade? Poder público, não seria o caso de exigir por lei que isso fosse feito?
Empresário, saia na frente e mostre que o seu espaço é de todos e aumente sua clientela! Sociedade, cobre a acessibilidade que seus pares precisam, afinal, vocês sabem o quanto é bom se divertir, por isso, garanta a seu semelhante a oportunidade de sentir o mesmo...
Danival Dias
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