Eu não sei se uma coisa tem a ver com a outra, mas o fato é que quando nasci meu cordão umbilical foi enterrado numa cocheira, um local de criação de cavalos que anos mais tarde foi desapropriada para a construção da atual câmara de vereadores. Acreditavam meus pais, por conta da crendice popular, que quem tivesse o umbigo enterrado numa cocheira, teria saúde e vida longa e assim o fizeram comigo...
Anos mais tarde, já adulto, tive pela primeira vez um sonho meio estranho. Nele eu sobrevoava a região onde fica o centro administrativo e conseguia ver por dentro dos prédios tudo que se passava. Eis que ao chegar justamente sobre o prédio da câmara, onde está enterrado o meu umbigo, via uma multidão de pessoas e dentro da câmara, jazia um corpo num caixão sem a tampa, coberto de flores brancas... ERA EU, SENDO VELADO! A partir daquele dia tive este sonho (ou pesadelo) maluco mais umas cinco vezes pelo menos, foi então que resolvi mudar aquela cena, que estava muito triste. Tomei a decisão que quando partir desta para melhor vou repeti-la, mas não sem antes dar meu toque pessoal ao fato!
Sim, eu quero meu velório na câmara de vereadores de Camaçari, mas ao invés de flores brancas, a meu redor dentro do caixão deverão ter flores vermelhas, fazendo, claro, uma referencia ao Vitória, meu time do coração. Por falar nisso, quando fecharem a tampa, sobre o caixão deverá ter uma bandeira do Vitória, uma de Camaçari e outra com a pata do Camaleão, em homenagem ao Chiclete com Banana, minha banda preferida. Acompanhando o enterro, um carro de som, comunicando a todos a morte de Danival Dias, filho de seu Boro e D. Nice do Ponto Certo, esteja eu morando onde estiver e ao fundo, ao invés daquelas músicas tristes, quero que seja tocado “SE QUER ME CHAMAR EU VOU” (Se me chamar eu vou/Ao som que furta cor/Que furta coração/Que leva emoção, eu vou, eu vou), sucesso de Tonho Matéria imortalizada na voz do chicletão. Já no cemitério quero ser enterrado no chão, para me misturar com a terra de Camaçari e a partir daí sermos um só... FIM!
Anos mais tarde, já adulto, tive pela primeira vez um sonho meio estranho. Nele eu sobrevoava a região onde fica o centro administrativo e conseguia ver por dentro dos prédios tudo que se passava. Eis que ao chegar justamente sobre o prédio da câmara, onde está enterrado o meu umbigo, via uma multidão de pessoas e dentro da câmara, jazia um corpo num caixão sem a tampa, coberto de flores brancas... ERA EU, SENDO VELADO! A partir daquele dia tive este sonho (ou pesadelo) maluco mais umas cinco vezes pelo menos, foi então que resolvi mudar aquela cena, que estava muito triste. Tomei a decisão que quando partir desta para melhor vou repeti-la, mas não sem antes dar meu toque pessoal ao fato!
Sim, eu quero meu velório na câmara de vereadores de Camaçari, mas ao invés de flores brancas, a meu redor dentro do caixão deverão ter flores vermelhas, fazendo, claro, uma referencia ao Vitória, meu time do coração. Por falar nisso, quando fecharem a tampa, sobre o caixão deverá ter uma bandeira do Vitória, uma de Camaçari e outra com a pata do Camaleão, em homenagem ao Chiclete com Banana, minha banda preferida. Acompanhando o enterro, um carro de som, comunicando a todos a morte de Danival Dias, filho de seu Boro e D. Nice do Ponto Certo, esteja eu morando onde estiver e ao fundo, ao invés daquelas músicas tristes, quero que seja tocado “SE QUER ME CHAMAR EU VOU” (Se me chamar eu vou/Ao som que furta cor/Que furta coração/Que leva emoção, eu vou, eu vou), sucesso de Tonho Matéria imortalizada na voz do chicletão. Já no cemitério quero ser enterrado no chão, para me misturar com a terra de Camaçari e a partir daí sermos um só... FIM!
Danival
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